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 Profile: Kaitos de Dragão Marinho

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Zen Gecko
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MensagemAssunto: Profile: Kaitos de Dragão Marinho   Seg 07 Jan 2008, 02:25

Tópico pertencente ao acervo de tópicos imortais do TdA.

O Kaitos foi um personagem que criamos no TdA para ocupar o lugar do Kanon, já que ele era considerado um cavaleiro de ouro nas interpretações do fórum. Foi feito um perfil completo, com golpes, histórias e tudo mais. Várias pessoas participaram da criação dele: Eu, o Roberto (Folken), o Raky, o Felipe, o Beto... O primeiro a usar o nick de fato foi o próprio Folken, que interpretou ele um tempo antes de pegar o Kanon. Depois veio o Paulo, que foi o que mais se destacou com o nick e ficou mais tempo tbm, e por último eu fiquei com ele mais ou menos um ano até liberá-lo.
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Zen Gecko
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MensagemAssunto: Re: Profile: Kaitos de Dragão Marinho   Seg 07 Jan 2008, 02:28



.:: Kaitos de Dragão Marinho ::.

|Seadragon Kaitos|



Ficha

Local de Nascimento: Ilha de Santorini, Grécia
Data de Nascimento: 18 de Novembro de 1966
Peso: 78 Kg
Altura: 1,82m
Cabelos: Azuis escuros
Olhos: Negros

Perfil Psicológico: Frio, calmo, calculista, amargo, orgulhoso, confiante em seu poder, individualista, cruel, violento, crente em seu Deus e fiel à ele até a última raiz dos seus cabelos. Este é Kaitos, um homem enigmático que tem em sua mente um território desconhecido até mesmo para os demais Generais Marinas. A determinação em proteger Poseidon e seu Santuário submarino, emana de seu ser na mesma intensidade que a amargura por ter deixado seu mestre e sua irmã para trás, abandonando seu passado. É incapaz, no entanto, de reconhecer o valor de um adversário por este defender seu Deus, já que para ele somente Poseidon merece adoração. A fidelidade ao deus dá o tom na sua relação com os demais marinas, pelos quais não nutre nenhum sentimento mais profundo. Para protegê-lo poderia tanto sacrificar um deles como sacrificar-se para que pudessem exercer o papel de guardiães em seu lugar. Seu individualismo portanto vai até o ponto em que isso comprometa sua missão de proteger o reino. Não entra em batalhas que julgar desnecessárias, sua vida e sua alma pertencem ao Deus dos mares. No entanto, por trás de toda a calma e o controle que Kaitos exibe na maior parte do tempo está escondido um homem violento, frio e dono de uma ironia cruel, não pendendo ao deboche. Durante suas lutas costuma ser impiedoso com seus adversários, odeia ser contrariado e costuma reagir violentamente, com palavras ou ações, a provocações, ainda que sem perder o controle ou a frieza. Por ser extremamente autoconfiante ele não raro subestima o poder dos oponentes, o que faz com que por vezes não enxergue a derrota iminente. Nessas ocasiões em que se encontra sobrepujado pelos adversários, seja em força, inteligência ou poder e seu orgulho está ferido, perde o costumeiro controle. Outra maneira de irritar Kaitos é usar o seu passado, personificado nas lembranças de Kyma e Mara, as pessoas que ele deixou em Santorini. Seus golpes Sol Nascente e Ondas do Dragão são uma homenagem velada a eles.*

Características Físicas: Kaitos é dono de um porte físico normal, semelhante ao de Kanon, Aiolia, dentre outros. Seus cabelos longos são azul escuro, e sua pele é branca. Após ter assumido a escama de Dragão dos Mares raramente a parte oculta pelo elmo foi vista por alguém. Dizem que seus olhos negros guardam um terrível segredo.


Características de Combate: Kaitos é extremamente veloz nos movimentos, o que não compensa uma de suas maiores fraquezas: Sua defesa. Seu golpe Ondas do Dragão é uma excelente distração, porém é facilmente contornado/repelido por um guerreiro com um poder considerável como um Guerreiro Deus, por exemplo. É um grande estrategista, e costuma fazer uso dessa virtude durante um combate de alguma forma.

Pontos Fortes: Controle, estratégia, velocidade e análise psicológica do adversário.

Pontos Fracos: Defesas, sua excessiva autoconfiança, seu passado e situações imprevisíveis.

Nível de Poder: Kaitos se acha o mais poderoso dentre os marinas, o que não deixa de ser verdade até certo ponto. Apesar de não admitir, no seu íntimo ele reconhece a força de Sorento como líder e mais poderoso de todos os marinas.

Golpes

Sol Nascente (Rising Sun): Kaitos concentra uma quantidade enorme de energia entre suas mãos, a energia é tão luminosa que se assemelha a luz do sol. Finalmente, ele lança a energia contra o inimigo, na forma de vários raios que queimam o adversário, uma sensação parecida de quando se toca uma água-viva, porém em todos os lugares que os raios de energia atingirem. O oponente também sofre um forte impacto, que o lança longe, dependendo da sua resistência.

Oceano dos Deuses (Divin Ocean): Golpe mental em que Kaitos cria uma ilusão. Num dos raros momentos que o inimigo vê a parte de seu rosto oculta pelo elmo do Marina, Kaitos mostra ao oponente o seu penetrante olhar negro, e hipnotizado por eles o inimigo é transportado ao fundo do oceano, com vários espíritos em volta, que evocam seus mais profundos medos e traumas. A vítima fica paralisada durante a ilusão, e só recupera seus movimentos aos poucos. O resultado é um grande abalo psicológico que pode tanto deixar o adversário vulnerável para o próximo ataque como inutilizá-lo na batalha, destruindo seus nervos. Isso dependerá da resistência e da força dele.

Ondas do Dragão (Dragon Waves): Uma parede de água se forma rapidamente na frente de Kaitos, impedindo que golpes o atinjam. Após defender o golpe com essa barreira, Kaitos atira a onda sobre seu adversário, cobrindo-o.




História


Era manhã na praia deserta. Ou quase deserta. Pela beira do mar, caminhava um jovem, observando as ondas que atingiam o litoral.

O mar sempre fascinara Kaitos. Desde pequeno ele sempre sentira uma energia estranha emanando daquela imensa massa de água. Era como se o oceano estivesse vivo, e se comunicasse com as pessoas através de suas ondas, anunciando seu terrível poder de destruição.

Enquanto crescia observando o oceano, Kaitos fora treinado por um ancião da aldeia chamado Kyma, que lhe ensinara antigas técnicas de luta. Era um tradição da ilha de Santorini, mantida desde tempos imemoriais. De acordo com elas, o guardião da ilha era Poseidon, o deus dos mares, cujos guerreiros haviam deixado como herança aquelas técnicas físicas e espirituais.

Kaitos perguntava-se se tudo aquilo realmente existira. Era difícil conciliar aquelas antigas crenças no mundo moderno, no entanto... Havia algo de muito estranho naquelas histórias, Kaitos quando as ouvia sentia que já tinha vivenciado todas aquelas lutas, batalhas...

Seu mestre certa vez contara que há muitos séculos atrás, Poseidon construíra um reino submarino perto da ilha de Santorini. Ali reunira os melhores guerreiros do mundo sob seu serviço, e começara uma grande guerra contra a deusa Palas Athena, sua rival. Os marinas, como eram chamados os guerreiros do deus, avançaram rapidamente, sem encontrar muita resistência. Mas Atena forjara então as armaduras sagradas para seus guerreiros, causando uma reviravolta na batalha e derrotando Poseidon.

Desde então, dizia o mestre, Poseidon aguarda o tempo de seu retorno, que há de chegar um dia.

Geralmente, após seus duros treinamentos com seu mestre, Kaitos ia para sua casa onde ele e sua irmã, Mera, moravam. Ela e Kyma eram as únicas pessoas que Kaitos poderia chamar de família. Porém, naquele dia, ele resolvera caminhar pela praia. Ele estava muito inquieto nos últimos dias, sentindo-se deprimido, sem saber por quê. A impressão que tinha era de que havia um grande vazio em sua vida. Ele não havia encontrado seu caminho, ainda.

Foi então que algo aconteceu.

O mar, que estava normal, tornou-se subitamente agitado. O dia estava nublado, e com uma certa ventania, mas não parecia que haveria uma tempestade.

Kaitos apenas observou, surpreso, enormes ondas erguerem-se em segundos, como se fossem engolir a terra, com tudo o que havia nela.

E dentro dessas ondas brilhava uma misteriosa luz azul... De onde emanava essa luz? Ela vinha de um objeto imerso no mar... Um tridente!

Foi a última coisa que Kaitos viu antes que uma enorme onda o cobrisse e fizesse com que perdesse a consciência.

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Ao acordar, ele viu-se em um enorme salão. Tinha a aparência de um majestoso templo grego, como as ruínas que vira em Santorini, mas este estava em perfeito estado. E havia algumas estranhas estátuas ao redor, apoiadas em grandes suportes de mármore. As estátuas, numa mistura de tons dourado e salmón, pareciam-se com animais mitológicos. Uma delas, que parecia ser a principal, tinha a forma de uma armadura, segurando um tridente...

...O tridente!

O mesmo tridente e a mesma luz que Kaitos vira na praia.

Subitamente, a calmaria do local é interrompida por uma poderosa energia. Sim, aquela era a energia que seu mestre o havia ajudado a desenvolver, o cosmo. Porém, nem mesmo em seu mentor ele havia sentido tamanho poder, ou melhor, nenhum ser humano poderia emanar tamanha energia, aquilo era algo divino. Kaitos então, instintivamente se ajoelhou ao ouvir uma imponente voz ressoar através da armadura, uma voz que, nem ele soube explicar por que, mas ele sabia que pertencia à Poseidon, o Imperador dos Mares.

Kaitos descobriu então, através de Poseidon, cujo espírito falava a ele, que era um dos lendários guerreiros que o serviam, os Generais Marinas.

Toda sua vida fora predestinada a servir o deus, quando chegasse o momento certo. Kaitos agora entendia tudo... ele compreendia seu destino e, olhando ao redor de si, imediatamente reconheceu a escama de Dragão Marinho como lhe pertencendo. E a escama, também reconhecendo seu verdadeiro dono através do seu cosmo, veio recobrir seu corpo, fazendo Kaitos sentir uma energia percorrer seu corpo. Sim, era uma sensação que somente o verdadeiro detentor do posto de Dragão dos Mares, guardião do pilar do Atlântico Norte, poderia sentir.

Através de Poseidon, Kaitos também ficou ciente de todos os acontecimentos da última Guerra Santa entre Poseidon e Athena, inclusive os relacionados ao cavaleiro de Athena que usurpou sua escama, manipulando Poseidon para que conseguisse dominar o mundo. Kaitos então prometeu a si mesmo que treinaria a partir daquele dia para desenvolver seu cosmo baseado nos ensinamentos de seu mestre para que em breve pudesse se juntar aos demais guardiães do reino de Poseidon, e um dia se vingar daquele que havia roubado seu lugar e impedido que ajudasse seu Deus na luta contra Athena.

Sim, Kaitos agora era totalmente fiel ao imperador. Ele agora era um fiel servo de Poseidon, e defenderia o seu pilar nem que isso lhe custasse a vida. Em pouco tempo ele passou a conhecer toda extensão de seu poder. O treinamento que recebera na juventude o ajudou a criar seus golpes em pouco tempo. Quando Poseidon retornou definitivamente ao corpo de Julian Solo ele se juntou aos demais marinas.

Assim surgiu o verdadeiro Dragão dos Mares.


* Mera e Kyma significam, respectivamente em grego, "dia" e "onda".
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